A Prefeitura de Santa Cruz do Sul está executando uma obra de correção da rede pluvial na Rua Fernando Abott, no trecho entre as ruas Tenente Coronel Brito e Venâncio Aires. A intervenção prevê a implantação de 120 metros de nova tubulação, com tubos de 50 centímetros de diâmetro, para garantir a captação adequada da água da chuva em um ponto que até então não contava com sistema de drenagem.
Com maquinário pesado em operação e equipes da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Seoi) mobilizadas desde a manhã desta segunda-feira, 27, os trabalhos avançam em ritmo acelerado. A meta é concluir a instalação da rede ainda esta semana e, na próxima, iniciar a recomposição do asfalto e os acabamentos finais.
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O secretário da pasta, Francisco Carlos Smidt, o Carlão, esteve no local acompanhando o andamento da obra e dialogando com comerciantes da região. Segundo ele, a atuação ágil busca minimizar os impactos no cotidiano de quem vive e trabalha na via. “A previsão é de tempo bom, o que ajuda no andamento dos serviços. Nossa preocupação é causar o mínimo transtorno possível ao comércio e aos moradores. A ideia é concluir essa etapa até quinta-feira e, em seguida, já avançar com o asfalto”, destacou.
A intervenção atende a uma demanda antiga da comunidade e conta com o apoio da equipe de topografia da Seoi, responsável pelo alinhamento e nivelamento da canalização — etapa fundamental para garantir a eficiência do escoamento. O trecho vinha sofrendo com acúmulo frequente de água, causado principalmente pelo volume que desce da Rua Tenente Coronel Brito e acaba se concentrando na Fernando Abott, atingindo diversos estabelecimentos comerciais.
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Funcionária de uma clínica localizada na via, Jéssica Pick relata os transtornos enfrentados ao longo dos anos e a expectativa por uma solução definitiva. “Já chegamos a pensar em mudar de endereço por causa dos alagamentos, mas o estacionamento é um diferencial importante, principalmente porque nossos clientes são idosos. O problema é quando chove mais forte: a água invade tudo”, conta.
Ela lembra que, em situações mais críticas, o nível da água chegou a ultrapassar um metro de altura, exigindo até a remoção de veículos por guincho. “Mesmo com pouca chuva, já acumulava água. Além disso, há o mau cheiro e a presença de ratos e insetos. Recentemente, inclusive, foi feita a coleta de larvas no local para análise”, relata.
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