Foi sancionada nessa segunda-feira, 5, pelo prefeito em exercício Alex Knak, a lei que prevê a adoção do “bueiro inteligente” em Santa Cruz do Sul. Trata-se de um passo significativo na prevenção de alagamentos e na gestão ambiental urbana a partir da matéria proposta pelo vereador Serginho Moraes (PL).
A nova legislação torna obrigatória a instalação do equipamento denominado “bueiro inteligente” nas vias públicas da cidade, com foco em novos projetos e nas revisões da rede de drenagem de águas pluviais.
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A medida, que se baseia em experiências bem-sucedidas em outras cidades, visa combater um dos principais fatores de entupimento e consequente alagamento: o descarte irregular de lixo. O vereador Serginho Moraes destacou a importância da iniciativa na justificativa do projeto, ressaltando que o excesso de resíduos sólidos impede o escoamento da água, causando inundações nas vias.
O que é o “bueiro inteligente”?
Conforme definido na lei, o “bueiro inteligente” é um sistema instalado no interior dos bueiros que funciona como uma caixa coletora. Sua principal função é atuar como uma peneira, permitindo a passagem da água da chuva, mas retendo todo o material sólido, como plásticos, embalagens e outros detritos.
O equipamento deverá ser dimensionado de acordo com os parâmetros técnicos dos bueiros locais e projetado para não obstruir o fluxo da água. A lei estabelece que os novos bueiros deverão ser construídos de forma a permitir a fácil instalação e manutenção do sistema.
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O vereador Serginho Moraes reforça o compromisso do seu mandato com soluções práticas e sustentáveis para os problemas urbanos, buscando uma cidade mais limpa e resiliente diante dos desafios climáticos.
Benefícios e sustentabilidade
A implantação dos bueiros inteligentes traz múltiplos benefícios para o município:
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- Prevenção de alagamentos: Ao reter o lixo, o sistema garante a funcionalidade da rede de drenagem, reduzindo drasticamente o risco de inundações.
- Gestão de resíduos: O material sólido retido nas caixas coletoras pode ser removido e encaminhado para a destinação adequada, evitando que chegue a rios e córregos, prevenindo desastres ambientais.
- Redução de custos: O projeto sugere que as caixas coletoras podem ser produzidas com materiais reciclados provenientes de obras municipais, o que contribui para a redução de custos e incentiva a sustentabilidade na administração pública.
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