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ASTOR WARTCHOW

Terceira via

A se confirmar o que as pesquisas eleitorais têm identificado até o momento, o primeiro turno da eleição presidencial será liderado pelo presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Assim como o segundo turno, se houver!

Vença quem vencer, não haverá expectativa de reinar paz e prosperidade política, necessárias para que ocorra um governo razoável e estável, capaz de enfrentar os graves problemas atuais e vindouros
E no dia seguinte prosseguiremos na mesma ladainha. Face ao conjunto dos fatos recentes e à conduta das partes, resulta que o povo votará de modo plebiscitário.

Consequentemente, referendará a indiferença ética e a hipocrisia social. De modo que restarão derrotados princípios e valores históricos, éticos e legais, essenciais na prática político-partidária. Ah, terceira via é apenas mais uma pista numa estrada qualquer!

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Voto urgente
Jorge Semprún (1923–2011) foi um premiado escritor, político e intelectual espanhol. Socialista convicto e atuante, destacou-se na resistência francesa ao nazismo.

Numa entrevista de 2009, premonitoriamente destacou a baixa qualidade representativa e o expressivo crescimento das abstenções populares nos próximos processos eleitorais.

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Desde 2002, em nossas eleições também ocorre um expressivo número de abstenções, votos brancos e nulos. As razões são várias, mas prevalece o desencanto popular.

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Consequência imediata é a continuada e crescente baixa qualidade dos eleitos. Logo, não à toa, predominam mesmices retóricas e idolatrias personalistas em detrimento de abordagens propositivas, qualitativas e consequentes.

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Fica evidente que o processo político-eleitoral perdeu a credibilidade. Para agravar a situação, sucedem-se os escândalos e festivais de apropriação indébita de recursos públicos. Vulgarmente, corrupção a “todo vapor”!

Paulo Luiz Konzen (11/10/1956–24/02/2026)
A noite do dia 24 de fevereiro foi chocante e dolorosa. Perto da meia-noite, previamente avisado, dirijo-me ao Hospital São Lucas da PUC na expectativa de encontrar em bom estado meu amigo Paulo Luiz Konzen, vítima de mal súbito.

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Infelizmente, cheguei tarde. Ainda que socorrido e encaminhado ao hospital pelos parceiros do tênis e do padel semanal, o colapso surpreendente e instantâneo foi fatal e irreversível.

Com formação em Engenharia Civil e Economia, na Ufrgs, Paulo foi um duradouro e exemplar funcionário do Banco do Brasil, com um histórico de superações pessoais que reforçavam a admiração dos amigos e colegas.

E assim, lá se foram mais de 40 anos de fraterna amizade e convívio. À mesa dos cafezinhos, fica a lembrança dos inspiradores encontros com boas conversas sobre viagens, cultura, política e economia, principalmente.

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