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Vandalismo: de onde vem tanta raiva?

Foto: Assessoria de Imprensa



 
Diariamente os moradores da região Centro-Serra se deparam com destruição de bens públicos dos mais variados gêneros. Um caso clássico é o letreiro do trevo de entrada da cidade de Sobradinho, no Bairro Baixada, que nunca fica inteiro. Basta a administração reconstruí-lo e, no outro dia, ele está novamente no chão. Essas atitudes geram, no mínimo, questionamentos à sociedade: a quem cabe essa responsabilidade? Levantamento aponta que milhares de reais são gastos anualmente somente com o conserto de locais de uso público, esculturas, quebras de lâmpadas e outros atos de vandalismo.
Segundo a inspetora da Delegacia de Polícia de Sobradinho Scheila Weber quem destrói, inutiliza ou deteriora o patrimônio público está cometendo o crime de Dano Qualificado, cuja pena é de detenção de 6 meses a 3 anos e multa. “Porém, é necessário que se apure a autoria do fato. Se não existe um autor, a punição não se efetivará”, salienta. Ela afirma que na DP não são significativos os números de ocorrências policiais envolvendo crimes desta natureza.
 
Confira essa reportagem na íntegra na edição dessa sexta-feira no Jornal Gazeta da Serra

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