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Passa Sete

“Vereador terá de se explicar na forma da Lei”

O proprietário da IDRH Concursos Maicon Cristiano de Mello, em entrevista à Rádio Gazeta na manhã dessa quarta-feira, 8, salientou que o vereador Romário Rohers, que fez uma denúncia sobre a suposta inexistência da empresa na última sessão da Câmara de Vereadores de Passa Sete, será responsabilizado na forma da Lei por suas palavras, uma vez que não foi somente a empresa a lesada com as declarações do parlamentar, mas seu nome. “Eu tenho uma alteração contratual, pois a sede está em obras. Não sei o que levou esse senhor a fazer isso, pois percebo que investigação deve ser feita pelo Ministério Público, órgão para o qual eu darei todas as informações necessárias”, comentou. Mello salienta que ainda não foi procurado pelo MP para prestar depoimento, e que quando o for irá prontamente, pois “não tem nada a esconder”. “Ele expôs, inclusive, minha vida particular, uma vez que usou a minha mãe, com a qual não falo há bem mais de quatro anos em virtude de problemas familiares, para me atingir. Há processos que respondi em outras cidades e os concursos foram liberados, pois nada de irregular foi encontrado”, disse. “Nada foi feito fora da Lei. Volto a afirmar”. A empresa é vencedora de uma licitação para a realização do Concurso Público na cidade de Arroio do Tigre.

Cidade exposta

O secretário de Administração Tiago Basso da Silva salientou que todos os trâmites do concurso foram realizados com lisura, não havendo “mesas de negociação”, como foi apontado pelo vereador Romar Rohers. A IDRH Concursos, segundo ele, apresentou toda a documentação necessária e nada de irregular foi encontrado. “A Lei permite que façamos um Concurso Público sem licitação quando o valor for inferior a R$ 20 mil. Nunca pensamos que, com a melhor das intenções, esse concurso pudesse gerar tudo o que vem gerando. Precisamos de funcionários na prefeitura e não podemos chamar, pois a documentação não foi liberada. A investigação tem que ser feita sim, mas não como alguns vereadores estão fazendo. Eles usam de politicagem para se promoverem e manchar a imagem da cidade”, explica. 

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