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Memória

Polêmicas na cidade

Pesquisando no arquivo da Gazeta do Sul de 1949, encontrei notícias positivas e algumas polêmicas nos primeiros três meses daquele ano. Aproveito para compartilhar com os leitores.

11/2/1949: O EC Avenida, presidido por Bruno Seidel, adquiriu área para a construção do seu estádio. A gleba, de 19,8 mil metros quadrados, localiza-se na Entrada Hentschke e pertencia a Arthur Meinhardt. Foi comprada por Cr$ 55.000,00. O Periquito recebeu ajuda de 10 mil Cruzeiros do governador Walter Jobim para o negócio. 

Foto: ReproduçãoAvenida compra área do estádio. De pé (esquerda para a direita): Arlindo Bartz,
Guido Kessler, Lindoldo Spengler, Segefredo Werner, Ruy Kaercher e Lauro Hansen.
Sentados: Bruno Seidel, Arthur Meinhardt e Elíbio Ebert
Avenida compra área do estádio. De pé (esquerda para a direita): Arlindo Bartz, Guido Kessler, Lindoldo Spengler, Segefredo Werner, Ruy Kaercher e Lauro Hansen. Sentados: Bruno Seidel, Arthur Meinhardt e Elíbio Ebert

 

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10/3/1949: No Clube União, foi assinada a autorização de funcionamento do Curso Científico do Instituto Visconde do Mauá. O ato foi presidido pela profª Stella Santos, assistente técnica do Ensino Secundário do Ministério da Educação.

18/3/1949: Chega às páginas do jornal uma polêmica que corria entre a população: o fechamento da Rua Marechal Floriano nos finais de tarde (hora do “footing”). Motivo: proteger os pedestres, em especial as crianças, da “fúria dos motoristas com manias de velocidade”, e evitar que as pessoas sofressem com as ondas de pó levantadas pelos veículos. Quem era contra argumentava que as calçadas eram largas e que ninguém precisava caminhar na rua. Para quem reclamava da poeira, sugeriam que ficassem em casa ou que sentassem dentro dos bares.

Foto: ReproduçãoPopulação pediu o fechamento da Floriano devido à correria dos carros
População pediu o fechamento da Floriano devido à correria dos carros

 

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25/3/49: A Polícia prometeu “jogo duro” com os excessos no Carnaval. Portaria proibiu o uso de fantasias atentórias à moral nas ruas, bailes e desfiles. Também proibiu a venda de bebidas alcoólicas em bares, hotéis, restaurantes, cafés, botequins e mercadinhos. Estranhamente, deixou livre a comercialização de vinho, chopp, cerveja, whiske e champanhe. 

Pesquisa: Arquivo da Gazeta do Sul

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