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OPINIÃO

André Guedes: “A dívida de curto prazo do Grêmio gira em torno de R$ 400 milhões”

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

É um tema complexo. Ouvindo especialistas aqui e acolá, embora se tratando de números, a coisa não é simples. A dívida de curto prazo, isto é, para ser paga em 2026 gira em torno de um pouco mais de R$ 400 milhões. O valor total passou para quase R$ 1 bilhão na gestão de Alberto Guerra, e seu antecessor Romildo Bolzan, que fez um grande trabalho no início e piorando no fim de seu mandato.

A questão maior não é só o valor da dívida. O mais importante é que o Grêmio tem Odorico Roman, um presidente interssado em realmente colocar o clube nos trilhos. O Tricolor tem ótimos profissionais, como o CEO Alex leitão; Fábio Rigo, também especialista na área financeira, e Thiago Floriano, diretor executivo da Arena. São homens conhecedores e que estão fazendo de tudo para que o Grêmio, literalmente, fique no azul.

No campo

O Grêmio, estando no meio de tabela do Brasileirão, não atrapalha o seu projeto financeiro. O que não pode acontecer é disputar para não cair, porque aí começam as contratações emergenciais e caras para salvar a pátria. E aí o bolo da dívida aumenta. O ex-presidente Guerra que o diga. Se conseguir manter o planejamento financeiro em dois ou três anos, entendo que o Grêmio vai engrenar no nível de consistência financeira, para então ter voos mais altos. Competência e paciência são adjetivos para um sucesso ali na frente.

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Dívida vermelha

Com valores mais altos que o rival, o Internacional também deixa o torcedor apavorado. O que sei é que é um valor muito elevado a curto prazo. O que mais impacta é a fama de mal pagador no mercado, o que dificulta futuros negócios. Até jogadores ficam com o pé atrás para vir jogar aqui e, muitas vezes, exigem luvas à vista ou um bom valor para ter uma garantia mínima.

O presidente Alessandro Barcellos está em seu último ano de gestão. Tem colorado contando os dias para acabar e o o clube se reorganizar politicamente, para que a nova gestão faça um trabalho árduo de reestruturação financeira. Se não fizer assim, vai ficar sempre remando contra a maré.

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