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JOSÉ AUGUSTO BOROWSKY

Memória: sabores inesquecíveis

Coca-Cola fez grande concorrência com os refrigerantes produzidos na região. Fotos: acervo de Emigdio Engelmann

O leitor Emigdio Engelmann nos encaminhou fotos de antigos refrigerantes, muitos já fora do mercado mas presentes na memória das pessoas. Como colecionador, ele ainda preserva garrafas intactas.
Nos “tempos idos”, a gurizada mantinha uma rotina nas tardes de domingo.

Às 13 horas, na frente do Cine Apolo, ocorria a troca de gibis. Depois, no bar, era o momento de comprar uma garrafinha de refrigerante: Abacate Celina, Grapette (Quem bebe Grapette, repete!), Laranjinha, Mirinda, Crush, Cyrillinha, Guaraná Antártica, Coca-Cola ou Pepsi.

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Muitas marcas antigas vinham de fora, mas “as nossas” estavam entre as prediletas. O Abacate, produzido na Vila Theresa (hoje Vera Cruz), era um dos líderes. O jornalista Ernany Iser (já falecido), que por anos dirigiu a Rádio Gazeta AM, criou o slogan “Abacate Celina – este seu paladar não declina”. A Coca-Cola chegou na cidade em julho de 1949 e a Pepsi no início dos  anos 50.

O mercado tinha vários refrigerantes (gasosa, como os mais velhos chamavam). Mas eram vendidos em garrafas maiores (750 ml) e o consumo ficava mais direcionado a eventos. É o caso do famoso Guaraná Frisante Polar. Ultimamente, algumas marcas voltaram às prateleiras.

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