A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a demolição do prédio onde funcionava o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Candelária, no Bairro Ewaldo Prass, realizou a primeira sessão de oitivas nessa quinta-feira, 3. O colegiado busca esclarecer as circunstâncias, a motivação, a legalidade e os possíveis impactos patrimoniais e financeiros do ato, ocorrido no início de 2026.
Durante os trabalhos, cinco pessoas prestaram depoimento na condição de testemunhas: Jorge Willian Feistler, secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento; Jairo Samuel Radtke , secretário municipal de Transporte, Obras Públicas e Trânsito; Ângela Patrícia Raffler, engenheira civil da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento; Alencar Umberto Marion, sócio-administrador da empresa Marion & Cia Ltda. (Semal); e Evandro Luis Diehl, operador de máquinas da Secretaria Municipal de Transporte, Obras Públicas e Trânsito.
A ex-secretária municipal de Educação, Carla Martin Goelzer, embora convocada, não compareceu à sessão. Os possíveis investigados também não estiveram presentes, apesar de devidamente intimados.
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A CPI dará continuidade aos trabalhos no dia 24 de setembro (quinta-feira), às 14 horas, na sede da Câmara de Vereadores de Candelária. Os depoimentos fazem parte da etapa de coleta de informações da comissão.
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