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“Acreditamos que não foi uma vítima aleatória”, diz delegado

Deividy de Andrades tinha 35 anos

Ainda em fase inicial, a investigação da morte do motorista de aplicativo Deividy de Andrades, de 35 anos, não está mais sendo encarada como um simples latrocínio (roubo seguido de morte) pela Polícia Civil de Vera Cruz. Após coletar depoimentos de três pessoas e checar uma série de informações, o delegado Paulo César Schirrmann acredita que crime possa ter ocorrido de forma premeditada.

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“Temos uma linha de investigação que indica que não foi uma vítima escolhida de forma aleatória, ou um crime simples para obter dinheiro ou alguma vantagem”, comentou. De acordo com ele, o assassinato não tem relações com o tráfico de drogas, mas a motivação apurada pela polícia ainda é mantida em sigilo.

“Trabalhamos com a hipótese de existir um mandante e executores. Estamos apurando o papel das pessoas que estavam no carro e quantas realmente estiveram envolvidas. Temos elementos já colhidos que nos deixam muito perto de identificar as pessoas que estavam no veículo”, afirmou.

Ainda segundo Schirrmann, não há nenhum indício de que a mulher que estava no automóvel tenha participado da morte. “Não descartamos outras possibilidades, porque enquanto o caso está sendo investigado, pode mudar a todo momento, mas existe um bom começo de investigação, que poderá evoluir positivamente na semana que vem”, disse.

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