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CULTURA

Alex Rech lança documentário ‘Sobradinho: Etnias Resistentes’

Lançamento ocorreu na Câmara de Vereadores de Sobradinho | Foto: Victor Paranhos

Em pouco mais de 50 minutos, representantes de grupos que preservam a memória e as raízes culturais dos nossos antepassados, resgatam através de depoimentos e imagens, fragmentos que ajudaram a compor a trajetória de Sobradinho e região. O documentário “Sobradinho: Etnias Resistentes”, da Alex Rech Produções Artísticas, foi lançado oficialmente nessa quarta-feira, 6, na Câmara Municipal de Vereadores.

O responsável pelo documentário é o ator, produtor e diretor sobradinhense, Alex Rech. De acordo com ele, para a realização da obra, participou de processo de seleção através da Lei Aldir Blanc em 2020. Com o resultado positivo, a produção do documentário foi dividida entre a etapa de criação, que durou aproximadamente um mês, cinco dias de filmagens e um mês e meio de finalização. As gravações foram realizadas ainda no mês de janeiro, mas o ajuste final levou aproximadamente três meses. “A ideia foi costurar os depoimentos das etnias com a parte histórica, com informações bem interessantes. Ficou um projeto muito bonito. Estou muito feliz, satisfeito com o resultado”, destacou Rech.

Junto ao sobradinhense, fizeram parte da produção, o diretor e cineasta carioca, Luiz Rangel, que assumiu a montagem e edição da obra; a assistente de produção, Juli Moraes; a designer gráfica, Adriana Copetti; e os colaboradores das entidades que participaram do documentário. Segundo Rech, em razão da piora nos indicadores da pandemia no início do ano, o prazo para lançamento do material foi ampliado e, portanto, realizado agora.

Durante o lançamento, que contou com a presença do vice-prefeito e secretário municipal de Educação, Cultura e Turismo, Ivan Trevisan, da diretora da Casa da Cultura, Ingrid Hermes, de representantes de entidades, escolas e comunidade em geral, como contrapartida foram entregues DVDs com o documentário para as escolas do município. Ainda, segundo Rech, o link deve permanecer disponível durante um ano no site da Prefeitura Municipal.

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Em relação à produção ter sido feita durante a pandemia, Rech disse que de certa forma houve limitações, pois procuraram seguir todos os protocolos vigentes, mas não chegou a prejudicar o trabalho. “O documentário é baseado em depoimentos, informações que as pessoas nos passam, sendo algumas das informações já sabidas, outras nem tanto. Algumas histórias curiosas, levantamentos históricos. Para as escolas será um conteúdo recheado de informações”, destacou. “Quando chega ao fim do documentário me emociono. Gosto muito da região”, acrescentou Alex.

As etnias estão representadas através de movimentos que se mantém ativos no município na atualidade. “Participaram representantes de imigrantes italianos do Sul e do Norte, através da Associazione Culturale Italiana di Sobradinho (ACISO), Associação Fogolar Friulano, com representação também sobre a Rota dos Casarões e Gemellaggio; a Associação Cultural Alemã de Sobradinho (ACAS); o Movimento Afro e a Cultura Popular dos Santos Reis (Terno de Reis), que tem uma origem açoriana”, acrescentou o produtor, o qual agradece a todas as pessoas que contribuíram com a realização do documentário.

Foto: Victor Paranhos

O sobradinhense tem novos projetos para o futuro, entre eles uma produção englobando mais municípios da região, Segredos do Jacuí. “Temos no Sul um potencial muito grande de cinema, temos uma região incrível aqui para filmar. Estou me dedicando a alguns roteiros, então assim que estiverem prontos é sair atrás de recursos”, revelou.

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