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Antigo prédio da FGTAS/Sine de Santa Cruz é leiloado por R$ 4,5 milhões

Foto: Rodrigo Assmann/Banco de Imagens

A empresa Bras Assessoria em Exportações Ltda deverá ser a nova proprietária do prédio que abrigava a agência da Fundação Gaúcha de Trabalho e Assistência Social (FGTAS/Sine) de Santa Cruz do Sul. O imóvel, situado na Rua Marechal Floriano, 901, no Centro, foi um dos itens alienados no leilão promovido pelo governo do Estado na manhã da última sexta-feira, 17.

A proposta apresentada pela empresa e aceita pelo Estado foi de R$ 4,5 milhões. Com sede em Santa Cruz do Sul, a melhor classificada atua no ramo de aluguel de imóveis próprios. Outras duas concorrentes participaram do leilão: uma empresa voltada à compra e venda de imóveis próprios e outra com atuação no setor de comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos. Não foram apresentadas intenções de recurso.

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Agora, é necessária a homologação do resultado e o registro da transferência para que a Bras Assessoria em Exportações Ltda assuma o imóvel. Antes do início das atividades, a empresa vencedora ainda deverá fazer os reparos necessários no prédio. Um laudo elaborado por engenheiros da Secretaria Estadual de Planejamento, Governança e Gestão identificou uma série de problemas estruturais causados pelo estado de conservação.

Com quatro pavimentos, o imóvel conta com uma área de 1.688 metros quadrados que pode ser utilizada para as atividades da empresa. Além disso, situa-se em uma área central, entre as ruas Fernando Abott e Ramiro Barcelos.

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O prédio, além de abrigar a agência do FGTAS/Sine de Santa Cruz, era ocupado também pelas secretarias estaduais de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e da Educação (Seduc), bem como pela Prefeitura de Santa Cruz. No entanto, estava desocupado desde maio de 2024, quando as chuvas intensas causaram infiltrações e comprometeram a estrutura.

Desde então, o local foi alvo de vandalismo, apresentando pichações e vidraças quebradas. No início de fevereiro, a reportagem da Gazeta do Sul foi ao imóvel e atestou as condições precárias em que se encontrava. No lado de dentro, chamava a atenção o acúmulo de lixo. À época, a estrutura estava em processo de devolução ao patrimônio do Estado pelos órgãos.

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