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JULGAMENTO

VÍDEO: quatro pessoas são ouvidas no terceiro dia do júri do Caso Kiss

Foto: Cristiano Silva

Continua nesta sexta-feira, 3, o julgamento dos quatro apontados como responsáveis pelo incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, em janeiro de 2013. O júri começou na quarta, 1º, em Porto Alegre.

Os sócios da boate, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann; o vocalista da Banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos; e o produtor musical Luciano Bonilha Leão respondem por homicídio com dolo eventual cometido contra 242 pessoas e tentativa de homicídio contra outras 636. O júri é formado por seis homens e uma mulher.

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A primeira testemunha a depor nesta sexta-feira, 3, no terceiro dia do julgamento do quatro réus acusados de terem causado o incêndio na Boate Kiss, foi Daniel Rodrigues. Ele é proprietário da loja onde foi comprado o artefato pirotécnico que provocou o incêndio.

Arrolada pelo MPRS como testemunha, mas ouvida como informante, por decisão do juiz, após contestação da defesa do réu Mauro Hoffman, Gianderson Machado da Silva prestou esclarecimentos sobre a situação dos extintores de incêndio da boate. O depoente tralhava em uma empresa de Santa Maria que prestava serviço à casa noturna. Aos promotores disse que, ao realizar troca de extintores para recarga, não encontrou todos nos lugares previstos e precisou procurar pela casa noturna. Disse, ainda, que havia extintores sem lacre ou violados, o que coloca o equipamento em risco.

Outro foi do policial militar Érico Paulus Garcia, que, à época, trabalhava de barman na Kiss. Disse que viu o incêndio iniciar logo após o réu Marcelo erguer um artefato pirotécnico em direção ao teto. Também confirmou o que o MPRS sempre sustentou desde o início do processo: que Elissandro e Mauro tomavam decisões em conjunto. Sobre a espuma que, em combustão, liberou fumaça tóxica, afirmou que ajudou a colocá-la. Segundo ele, o material foi colado no gesso acima do palco a pedido de Elissandro.

Também foi ouvido Pedrinho Antônio Bortoluzzi, testemunha arrolada por uma das defesas. Seguindo o sistema de revezamento entre os veículos de imprensa autorizados a ingressar no tribunal, nesta sexta-feira, 3, a Gazeta do Sul estará acompanhando a sessão em plenário, com participações ao vivo na Rádio Gazeta FM 107,9 e no Portal Gaz. A Gazeta é o único jornal da região autorizado a entrar no julgamento. O júri será retomado às 9 horas deste sábado, 4.

Acompanhe em vídeo:

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