A Associação Genoma Santa Cruz recebeu a visita do avaliador do Internacional, Gabriel Malta, nesta quarta-feira, 6. Os garotos da escolinha, entre 10 e 16 anos, foram observados no campo do Planeta Bola, no Bairro Várzea, onde ocorrem os treinos.
O jovem Davi Lima foi um dos atletas analisados. Ele fará 11 anos em 2026. É filho de Jonas Alexandre Barbosa de Lima, mais conhecido como Rona, que foi jogador no amador santa-cruzense. O pai relata que o futebol sempre esteve presente na vida do filho, que foi incentivado a treinar na escolinha.
“Sempre acompanhamos ele nos jogos, nos treinos e nas viagens. Tem muita vontade de ser jogador. A gente apoia no processo, no que pode ser feito, para a gente tentar. É o sonho dele e de muitos garotos. É importante para a família e para a escolinha também”, comentou. Rona parabenizou o trabalho desenvolvido pelo professor Leandro Carlz e equipe. “O projeto é reconhecido no Estado e até mesmo fora. Forma atletas de alto nível e revela talentos”, destacou.
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Outro aspecto importante para Rona é a educação e a disciplina. “Isso precisa estar sempre junto. A escolinha ajuda na formação do caráter. Eles tornam-se cidadãos. A disciplina precisa ser levada em consideração para a formação de um atleta profissional. Se tiverem uma boa índole, os garotos vão seguir um bom caminho no futebol”, analisou.
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Foto: João Cléber Caramez
Avaliador visita diversos projetos
Gabriel Malta viaja bastante para avaliar os jovens atletas de diversos projetos no Estado e até mesmo fora. Somente nesta semana, além de Santa Cruz do Sul, esteve em Tapejara e Carlos Barbosa. Ainda passará por Candelária. Muitos atletas da base colorada são oriundos das escolinhas e tantos outros são chamados para uma análise mais criteriosa no próprio clube.
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Malta atua há cinco anos no Internacional. Anteriormente, realizava avaliações internas. Nos últimos meses, passou a fazer análise e captação externa. Para ele, é importante fazer visitas regulares para monitorar a evolução de cada garoto. Em geral, a frequência das observações fica em torno de três meses. Na região, outro analista é Luan Gomes dos Santos.
“A gente faz um comparativo com o que temos na nossa base. Temos três observadores no Estado, um em Santa Catarina, um em São Paulo e outro no Nordeste. Muitas vezes, buscamos meninos para posições carentes na nossa base e analisamos as características de cada um em campo. A gente faz um relatório e mantém as informações no banco de dados”, explicou.
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