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JF VIGHI

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No confronto diante do Independiente del Valle, o Grêmio controlou bem o primeiro tempo, saiu na frente e ainda teve um gol mal anulado. Mas é preciso reconhecer que, em alguns momentos, o time equatoriano foi melhor. O segundo tempo foi um desastre. Começou com Diego Souza errando um gol incrível, que provavelmente liquidaria o jogo. O adversário com bons passes e velocidade tomou conta. Veio o empate, o pênalti convertido e a virada do adversário. Com um jogador a menos, o Grêmio foi inacreditavelmente envolvido e Brenno, mais uma vez, foi o destaque. O resultado não é desesperador, mas o del Valle é bom. Menos mal que Kannemann estará de volta. 

Incerteza
Se passar, o Grêmio terá pela frente o Palmeiras, atual campeão da Libertadores, e o Defensa y Justicia, da Argentina, atual campeão da Sul-Americana. O outro é o Universitário, do Peru. Ou seja, podemos ter um duelo entre os brasileiros no grupo A. Mas, como eu já disse, tudo depende do duelo na Arena. Se não avançar, o Tricolor vai para a SulAmericana, mas não vamos pensar nisso por enquanto.

Rivais colorados
Traduzindo literalmente, Always Ready seria “sempre pronto”. Esta é a equipe boliviana, atual campeã nacional, que está na chave do Inter na Libertadores da América. O problema maior para os colorados parece ser a altitude de quase 4 mil metros. O Inter começa lá. Na Venezuela, terá pela frente o Deportivo Táchira, quase sempre presente nas competições anteriores. Outro problema parece ser o paraguaio Olimpia, velho adversário colorado. Classificam dois na chave. Hoje eu diria que dá.

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