CONVERSA SENTADA
Uma antiga crônica policial
Como tinha pouca experiência de rua, achei mais prudente escolher uma cidade bem pequena
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É advogado, pecuarista e magistrado aposentado. Assina a coluna Conversa Sentada, quinzenalmente, na Gazeta do Sul.
Como tinha pouca experiência de rua, achei mais prudente escolher uma cidade bem pequena
Iniciaram-se os trabalhos e tudo começou numa finesse que não tinha visto ainda. Muita cortesia, obediência ao tempo, bons argumentos
Uma cidade onde não dá para ser infeliz, tão maravilhosas são suas paisagens
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Ser pai não é só ser provedor de alimentos, de escolaridade, de presentes. Ser pai é conversar, explicar, esclarecer
Nunca vi presidente nenhum pegar um pretendente ao STF pela mão e pedir a aquiescência de alguns membros do STF antes de o apresentar ao crivo do Legislativo federal
Antes de março passava olhando o celular a cada cinco minutos, para ver se havia uma mensagem
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Agora noticia-se que Moro está inscrito como advogado na OAB
Os splits não queriam funcionar, todos os relógios de parede estavam loucos, cada um com uma hora, mas todos parados
Fala-se que a próxima grande guerra vai ser pela água
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Surgiram, por nomeação, integrantes praticamente desconhecidos no mundo acadêmico
Com a chegada das redes sociais, as radioemissoras e a TV passaram a não vigiar com rigor o uso correto do idioma
Achei melhor vender a minha para ter paz e para evitar um surto psicótico
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Comecei a esperar os caminhões para ofertar aos rapazes e moças coisas de que não estava precisando
A que se deveu esse progresso? Me convenci de que um triângulo foi vital: escola, igreja e união
Adoramos destruir coisas, comemos mesmo sem fome, derrubamos matos e florestas, brigamos muito entre nós
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