O Internacional criou um plano de ação para quitar dívidas com os atletas. O valor ultrapassa os R$ 10 milhões, referentes a duas folhas de direito de imagem e parte do 13º de 2025. Apesar da decisão de não realizar a concentração um dia antes do Gre-Nal 453 por causa dos valores atrasados, os atletas do Inter prometeram empenho no clássico. A leitura do Departamento de Futebol é que não faltou dedicação em campo no clássico. O transfer ban imposto nesta semana foi deixado de lado e novas punições são esperadas nos próximos dias. Os principais executivos de todas as pastas trabalham para trazer soluções rápidas.
A primeira medida estipulada no plano é a busca por novos patrocínios pontuais. Uma marca de pneus fechou a compra do patrocínio máster da camisa colorada por quatro jogos por cerca de R$ 1 milhão, por exemplo. Os dirigentes buscam acordos mais longos. Empréstimos bancários são uma opção, mas necessitariam de trâmites que costumam demorar mais. E há o receio de deixar mais dívidas para a futura gestão, que assumirá o Inter a partir de janeiro.
Outra possibilidade, que levaria tempo para aprovação do Conselho Deliberativo, e geraria debate político, seria a antecipação de cotas de patrocínios previstos para o exercício de 2027. Há resistência à ideia dentro do Conselho de Gestão de Alessandro Barcellos, pois a ação complicaria os próximos dirigentes colorados.
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O Inter comunicou aos empresários do elenco que deve aceitar ofertas por jogadores desde que cumpram com o valor de mercado de cada atleta. Carbonero é o mais próximo a ser negociado, já que há interesse do Krasnodar, da Rússia. Jovens da categoria sub-20 também podem ter saída facilitada, já que não desfalcariam, de imediato, a equipe de Paulo Pezzolano no Brasileirão e na Copa do Brasil.
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