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Santa Cruz

Máscara e distanciamento para aproveitar o sol no Centro

Foto: Rodrigo Nascimento

As famílias Acunha e da Silva: cada um levou o seu lanche, água e chimarrão, para evitar o risco de transmissão do coronavírus

A tarde de sol deste domingo, 20, foi de praças e ruas movimentadas em Santa Cruz do Sul. O tempo seco, com sol e clima ameno, foi o convite que as famílias esperavam para aproveitar o dia da Revolução Farroupilha na rua. Nas rodas de conversas, máscaras, chimarrão, lanche separado e consciência de que o controle da pandemia é uma ação coletiva, mas que passa pela postura individual de cada cidadão.

O casal Júlia Acunha e Henrique Almentes da Silva recebeu ontem os pais e o irmão dela para uma rápida visita. Sônia, Rubem, Raul Acunha e o pequeno Fredi – o shih tzu mascote da família – vieram de Montenegro para visitá-los. “Fazia dois meses que não víamos eles. Por isso, decidimos vir almoçar e ficar à tarde em Santa Cruz do Sul”, revelou Sônia.

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Na presença do casal, máscara e distanciamento. A sogra de Henrique explica que a proteção só foi tirada para almoçar. Para aproveitar o sol, antes da viagem de volta, chimarrão e lanche – cada um com o seu. “Trouxemos até a pipoca separada. Eu, meu marido e filho moramos juntos, consumimos os mesmos produtos. Mas, para eles, tudo separado.”

Henrique disse que é possível aproveitar o fim de semana, o lazer em família ao ar livre, mas com responsabilidade. “Usar máscara é uma questão de proteção, não de ideologia. O vírus está aí e precisamos nos cuidar”, complementou. Distanciados uns dos outros, os membros das famílias Acunha e da Silva aproveitaram o domingo de sol na Praça da Bandeira, no Centro.

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Já na Praça Getúlio Vargas, o casal Robson Santos Moreira e Ivana Hermann Cobelch Moreira levou a filha de 2 anos e 4 meses, Léa, para ver o sol. “Ela estava muito impaciente em casa, por conta dos vários dias de chuva. Respeitando todos os cuidados, saímos para um passeio rápido”, disse Robson, que é técnico em Enfermagem. Segundo ele, o passeio no Centro foi bem longe do parque de diversões da praça e com menos de meia hora.

Acompanhou a caminhada a avó de Lea, Rosane dos Santos Moreira. Ela acredita que, se cada um fizer a sua parte, evitando aglomerações e mantendo os cuidados de higiene, é possível realizar atividades como a deles. “Tudo passa pela ação de cada um. É preciso usar máscara e também lavar as mãos sempre”, compartilhou Rosane, que mora em Cachoeira do Sul e estava visitando o casal santa-cruzense no fim de semana. Nas ruas centrais, durante a tarde de ontem, várias pessoas caminhavam em pequenos grupos. A grande maioria fazia uso da máscara e evitava aglomerações.

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