O técnico Paulo Pezzolano trata a classificação para a semifinal da Copa do Brasil como fundamental para o Internacional neste segundo semestre da temporada. No Brasileirão, são nove partidas sem vencer. A zona de rebaixamento passou a ser realidade. O treinador uruguaio minimizou o atraso salarial e acredita em mobilização do grupo para o Gre-Nal da quinta-feira, 3, às 20 horas, na Arena.
“É obrigação passar. Mas é ainda mais obrigação ganhar em casa depois contra o Santos, porque não adianta passar e depois não vencer no Brasileirão. É o primeiro jogo que temos pela frente (Grêmio), mas no Brasileiro precisamos começar a somar três pontos. Essa é a realidade. (…) Sabemos que é um jogo difícil, fora de casa, mas é um Gre-Nal e precisamos passar. Depois, precisamos ganhar no Brasileiro porque já não há margem. Temos que começar a vencer”, declarou.
Os atrasos de pagamentos do elenco principal voltaram a ser assunto, se isso tem afetado o desempenho da equipe. Uma pendência sobre direitos de imagem dos jogadores fez o elenco não realizar a tradicional concentração antes do Gre-Nal 453, na última quinta. “Não pode afetar. Obviamente é uma situação que está ali, como em qualquer lugar, mas jogando em um clube gigante como o Inter isso não pode influenciar. Temos que estar 100% mentalmente e em todos os aspectos. Como falei, não há desculpas. Não procuramos desculpas. São 11 contra 11 dentro de campo e temos que colocar a cara, superar essa fase e passar por ela”, afirmou.
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No domingo, 6, às 16 horas, o Inter enfrenta o Santos no Beira-Rio. O técnico Paulo Pezzolano e o lateral-esquerdo Bernabei estão suspensos. Um dos desafios da equipe será melhorar o aproveitamento. São muitas oportunidades desperdiçadas nas finalizações. “A bola tem que começar a entrar. É impossível que siga todo o campeonato assim. Não temos mais margem, temos que começar a ganhar”, concluiu Pezzolano.
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