Desde esta quinta-feira, 24, ao abrir o portão azul da área externa da Escola Municipal Guilherme Hildebrand, no Bairro Progresso, em Santa Cruz do Sul, é possível trilhar um novo sonho. A partir de uma iniciativa entre entidades, foi dado o primeiro passo para um amanhã inspirador. No início da tarde, estudantes do 7º ano receberam uma missão: representar os colegas no plantio de mudas de árvores, marcando uma nova era escolar.
Fotos: Heloísa Letícia Poll
Por meio de termo de cessão de uso, firmado entre a instituição e a UTC Brasil, empresa vizinha, uma nova área pedagógica passa a ser desenhada, na qual está prevista uma série de novidades. “Essa atividade estava programada para o Dia da Árvore, em 21 de setembro, só que devido ao clima transferimos para hoje. Mas o fato é que o dia da árvore é todo os dias. Devemos sempre plantá-las quando temos espaço e oportunidade”, disse o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, parceira da iniciativa por meio do projeto Verde é Vida.
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Representando a Fundação para Proteção Ambiental de Santa Cruz do Sul (Fupasc), o auxiliar administrativo e financeiro Guilherme dos Santos Silva, responsável por coordenar o projeto Escola Sustentável na unidade de ensino, profetizou: “esse será um espaço no qual teremos muitos aprendizados”. A coordenadora de Programas e Projetos, da Secretaria Municipal de Educação, Daniela Santos, complementou: “aqui será um ambiente de aprendizagem, convivência e de conexão com a natureza, no qual será possível compreender a importância da preservação ambiental e de firmar o nosso compromisso com o futuro”.
A diretora do educandário, Eliana Inês Frantz, por sua vez, lembrou de quando tudo começou. “Hoje faz quase um ano e meio desde que levantamos a ideia e agora estamos aqui, plantando as mudas. Os estudantes escolhidos para fazer parte desse momento também terão a responsabilidade de levar esses ensinamentos para toda a comunidade escolar”. A partir de agora, terão início as melhorias pensadas para a área verde.
Esse sentimento de pertencimento, aliás, foi citado pela encarregada de meio ambiente da UTC, Camila Fröhlich. “Nós pensamos em trabalhar melhor esse lote e transformá-lo para uso pedagógico. Que possamos proporcionar um maior contato com a natureza e criar vínculos enquanto sociedade”, disse, ao lado da colega, a analista ambiental Bianca Rauber, responsável pela organização da atividade.
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