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Gazeta terá as críticas dos curtas exibidos no Festival Santa Cruz de Cinema

Produtor e roteirista, Pedro Guindani é formado em Produção Audiovisual pela PUCRS

Quem acompanhar as sessões presenciais ou online do Festival Santa Cruz de Cinema poderá conferir no dia seguinte, na Gazeta do Sul, as críticas dos filmes exibidos em coluna exclusiva, assinada pelo diretor de cinema e televisão gaúcho Pedro Guindani. Produtor e roteirista, ele é formado em Produção Audiovisual pela PUCRS, atuando com curtas, longas-metragens e séries. Foi presidente da Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul (APTC-RS) entre 2017 e 2019 e é, atualmente, coordenador do Colegiado Setorial do Audiovisual do Rio Grande do Sul.

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Conforme Pedro, os festivais atuam na difusão do cinema brasileiro, encurtando distâncias e construindo pontes entre públicos e realizadores. “O Festival Santa Cruz de Cinema é um integrante bastante recente desse mapa brasileiro de festivais, mas já demonstrou, nas suas três primeiras edições, ter tudo que faz um festival de cinema valer a pena: um público fiel, atento e em bom número; uma programação plural e sensível às diversas expressões do cinema brasileiro; e o apoio e a franca participação da comunidade de Santa Cruz, que apoia e valoriza o evento como mais um elemento importante da vida cultural da cidade”, disse.

O diretor já participou do evento em 2019 e comemora o retorno das atividades presenciais. Em suas resenhas críticas, vai comentar sobre as características dos 18 filmes participantes da Mostra Competitiva e dos cinco na Mostra Olhares Daqui. “Claramente, o recorte curatorial escolhido pela organização do evento optou, em primeiro lugar, por uma amostra ampla, que prima pela diversidade e pluralidade de linguagens, formatos, cenários e universos retratados.” Pedro destaca a produção crescente de Santa Cruz, e nota que é mais um efeito positivo da valorização e da continuidade do evento.

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Por fim, Guindani comenta ainda o formato curta-metragem, que está presente desde o início da história do cinema. “Costuma-se dizer que o curta seja um formato ‘de iniciantes’, algo como uma preparação para o longa, e penso que seja um juízo inadequado. Na verdade, o curta tem sido um espaço de maior experimentação, que permite aos realizadores a exploração das possibilidades de linguagem, sem os compromissos econômicos e estruturais decorrentes do modelo de produção vinculado ao longa”, explica. O curta é uma experiência específica e diferenciada que desafia seus autores à concisão e à busca pela máxima potência emocional e narrativa.

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