A Gazeta Grupo de Comunicações, em conjunto com a Prefeitura de Santa Cruz do Sul, a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) e o 7º Batalhão de Infantaria Blindado (7º BIB), lançou durante a programação do Parque do Trabalhador, no domingo, 3, à tarde, a campanha do agasalho 2026. É muito nobre o gesto de retirar uma peça do roupeiro e entregar a um grupo de entidades, que farão a distribuição desse material para quem precisa. Isso é feito sem conhecer aquelas pessoas que receberão, apenas pela sensação de saber que alguém não passará frio.
É importante refletir sobre isso, porque o que está sendo doado foi, em algum momento, escolhido pelo doador em função da cor, do modelo, estilo, significado e pelo fato de que está adequado aos hábitos daquele momento em que foi adquirido. Dar esse bem é, sim, ato de empatia, de pensar que alguém está precisando mais do que você. Para quem ainda não se desapegou é possível estabelecer o raciocínio de que, amanhã ou depois, serão adquiridas novas camisetas, calças, blusas, casacos, roupas de cama, enfim, tudo aquilo que você passou adiante. E um detalhe fundamental: doar agasalho é entregar algo que você usaria.
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Agir de forma solidária não é algo para o qual todos estão prontos, mas todos podem fazer. Existe um tipo de doação, no entanto, que vai além do fato de entregar um agasalho. É quando se doa algo que não tem retorno: o tempo. E o maior exemplo da doação de tempo, de dedicação e amor incondicional é a maternidade.
Ao assumir o papel de mãe, a mulher passa a gerar vida, a nutrir um ser que faz com que seus hormônios virem um turbilhão, as emoções afloram, os enjoos viram rotina e o corpo cria curvas impensáveis e verdadeiramente lindas – não só pela questão estética, mas por tudo o que envolve aquela nova silhueta. O rosto da mulher ganha uma luz diferenciada, que se consagra depois de nove meses de muita doação. E todo esse tempo entregue para a criança que irá nascer é apenas o início para a doação até o último dia da vida da mãe.
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Em conversa recente com um sábio, surgiu um questionamento que a correria do cotidiano impede de perceber: você tem dado a devida atenção à sua mãe? A troca de mensagens é importante, a presença física, ainda melhor, mas a capacidade de dizer “te amo” é fundamental. Assim, se você doou seu tempo para ler este texto é porque pode ter alguns minutinhos para falar com a sua mãe e dizer como ela é especial, porque doou o que tinha de mais precioso para lhe garantir a vida. Sem contar que, como cantam os Demônios da Garoa, “minha mãe não dorme enquanto eu não chegar”.
E se está em dúvida do que falar para a sua mãe, José Augusto traz a dica: “Quero te dizer, minha mãe (Te amo), você é o meu bem querer (Te amo). Quero te dizer minha mãe; que eu devo tudo a você”. Mãe em português; mother, em inglês; mutter, em alemão; mamã, em romeno; mère, em francês; mat, em russo; não importa o idioma: mãe merece carinho, atenção e um abraço muito apertado, no próximo domingo e em todos os dias.
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