O Rio Grande do Sul abriu oficialmente na sexta-feira, 8, a colheita da noz-pecã com expectativa de obter até 8 mil toneladas nesta safra. O evento em Nova Pádua destacou a hegemonia gaúcha no setor, responsável por 90% da produção nacional em uma área de 7,3 mil hectares.
Na solenidade, o secretário da Agricultura, Márcio Madalena, enfatizou a necessidade de incluir o produto em acordos internacionais e reforçou o apoio estatal via Programa Irriga+RS. Este oferece subvenção para sistemas de irrigação, tecnologia considerada vital para os atuais índices de produtividade.
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A programação na comunidade de Travessão Bonito também marcou o lançamento de uma obra técnica da Embrapa sobre a cultura, que terá versão impressa no Encontro Nacional de Pecanicultura, em novembro. O presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Claiton Wallauer, apontou o amadurecimento do setor, que conta com cerca de 1,6 mil produtores no Estado.
O ato simbólico da colheita ocorreu na propriedade de Arlindo Marostica, produtor beneficiado por políticas de irrigação, simbolizando o avanço tecnológico que sustenta o crescimento da produção gaúcha no cenário mundial.
Números do setor
- Produção do Rio Grande do Sul: 90% do total nacional.
- Expectativa: 8 mil toneladas na safra atual.
- Área cultivada: 7,3 mil hectares no Estado.
- Produtores: cerca de 1,6 mil famílias envolvidas.
- Agenda: Encontro Nacional (Enapecan) nos dias 12 e 13 de novembro, em Bento Gonçalves.
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