O empresário Clóvis Haeser escreve quinzenalmente na Gazeta do Sul na coluna Happy Hour. Ele aborda assuntos do cotidiano.
Happy Hour
O colono das bibocas
Viviam naquele mundinho deles. O máximo de companhia eram os parentes que moravam por perto ou alguns conhecidos, que residiam longe
Happy Hour
Está na hora de dormir
As pessoas com mais de 50 anos ainda devem se lembrar da TV Piratini, canal 5, que todas as noites, pontualmente às nove horas, colocava o jingle dos cobertores Parahyba
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Happy Hour
O trabalho na colônia (final)
Toda colona caprichosa mantinha uma horta sortida pertinho da casa. Cultivava de tudo
Happy Hour
O trabalho na colônia
A gurizada não tinha moleza nas horas de folga das aulas. Ajudava nas lides da lavoura. Hoje as leis proíbem
Happy Hour
Mocinhos e bandidos
Uma brincadeira comum nos meus tempos de guri, entre as décadas de 50 e 60, eram as brigas dos mocinhos contra os bandidos
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Happy Hour
Missas aos domingos
A sagrada obrigação dos católicos era assistir às missas dominicais. Não havia desculpa. O padre conhecia as famílias da localidade
Happy Hour
O diretor de teatro
O mundo se livrou de mais um artista frustrado. Há males que vêm para o bem, reza o velho ditado
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Happy Hour
O preparo do melado
O tacho de cobre e bronze era encaixado sob uma enorme argola de ferro e sustentado por um tripé
Happy Hour
As novelas de rádio
Cada um construía, pela sua ótica, o local onde se desenrolava a história, as paisagens, as casas, as ruas, a característica física dos personagens
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Happy Hour
Baile de Damas
No meu tempo de guri, uma festa tradicional que se realizava nas localidades do interior era o Baile de Damas
Happy Hour
O baile de Trombudo
Algo inesperado aconteceu naquela noite, que deixou apreensivos os católicos: o padre compareceu à festa
Happy Hour
Infância inesquecível
Seu Haeser era obrigado a usar uma arma na cintura, a fim de ser respeitado pelos brigões nas canchas de bocha ou pelos ladrões de galinha e de gado