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COLEÇÃO

Espaço nostalgia: nada nem ninguém escapava da turma da Mad

Eu com meu acervo atual de exemplares da Mad, que já perfazem mais de cem unidades, e que, como se pode ver por algumas das capas que reproduzo nesta edição, levam a gente de volta no tempo a situações, fatos e temas específicos, que mobilizavam as atenções da galera dentro e fora do País, mostrando que essa revista era mesmo muito especial | Foto: César Machado

Em tempos de férias, quando muitos saem em viagem ou curtem um bom descanso, nada melhor do que recordar das leituras. E as de revistas são um tema especial. A exemplo de quase todos os da minha geração, fui fã da revista Mad, que foi lançada no Brasil na década de 1970 e avançou até o século 21. Tanto gostava que acabei por também colecioná-la.

Em meu acervo pessoal, hoje possuo mais de cem exemplares, que permitem recordar dos assuntos relevantes de cada época. Assim, proporcionam passeio de volta no tempo pelo mundo todo. E, nesta edição, vamos recordar ainda dos antigos modelos de enceradeiras, de um quebra-cabeça de bolso e de uma promoção da Danone que presenteava com… mais gibis! Vamos nessa?

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Colecionismo

Olá caros leitores, com certeza muitos de vocês leram e deram gargalhadas com as histórias e sátiras da Mad. Essa foi uma revista norte-americana de humor satírico, fundada pelo empresário William Gaines e pelo editor Harvey Kurtzman, em 1952. A revista satirizava todos os aspectos da cultura popular americana e ganhou versões – e imitações – em 19 países.

No Brasil, começou a ser publicada na década de 1970, pela editora Vecchi. Na década de 1980, na sequência da falência da Vecchi, a revista deixou de ser publicada por vários meses, até ser assumida pela Record, em meados de 1984. E durante toda a década de 1990 a Mad continuou sendo publicada pela Editora Record, que assumiu o comando até o ano de 2000.

Então sucedeu a mesma coisa que há anos: devido às baixas vendas, a revista parou de ser publicada. Mas, poucos meses depois, ela foi relançada pela Mythos. Essa editora manteve a revista durante seis anos, tendo o último número sido publicado no final de 2006. Após mais de um ano – maior período de tempo em que a revista deixou de ser publicada no Brasil –, a Mad voltou pelas mãos da editora Panini, até ser cancelada em abril de 2017.

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Desde quando guri, eu já era um fã dessa revista. Pena que não as guardei. Só agora, depois de muitos anos, decidi iniciar mais uma coleção. Esta começou em meio à pandemia e, apesar de pouco tempo, já acumulo mais de cem exemplares, incluindo a segunda edição, edições especiais e comemorativas e ainda aquelas que só pela capa vão fazer vocês voltarem no tempo.

A enceradeira do passado

Imagine você chegar em casa e ter seu tabuão ou parquê brilhando? Esse era o sonho de qualquer família. As enceradeiras já fizeram muito sucesso no passado; pena que não era qualquer pessoa que poderia se dar ao luxo de ter uma delas. Fácil de usar, bastava aplicar a cera sobre o chão e em seguida a máquina já lhe apresentava os resultados, um charme especial.

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O quebra-cabeça de bolso

Estou resgatando momentos da minha infância e vou lhes mostrar um brinquedo simples, que por muito tempo me acompanhou na escola. Como era fácil de carregar, levava sempre dentro do bolso, comigo. Na escola, durante o recreio, fazíamos desafios entre os colegas para ver quem conseguia montar a sequência em menos tempo. Era o nosso cubo mágico dos dias de hoje.

Um modelo de quebra-cabeça que a garotada carregava consigo para todo lugar, porque cabia inclusive no bolso da calça ou na mochila escolar, era garantia de diversão no intervalo das aulas ou em qualquer momento. Bastava sacá-lo do bolso e cada um tentava montar a sequência o mais rápido possível, revelando destreza e habilidade | Foto: César Machado

Além do iogurte, a Danone proporcionava minirrevistas

Na década de 1980, a Danone deu um incentivo a mais para a garotada manter o hábito da leitura. Nos seus tabletes de iogurte vinham 11 diferente minigibis. Eram cinco da Turma da Mônica, cinco dos Trapalhões e um do palhaço Alegria. E você ainda podia ser um sortudo e achar um vale-brinde, que dava direito a receber mensalmente uma revista da Turma da Mônica ou dos Trapalhões por um ano. Ao todo, foram distribuídas mil assinaturas.

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