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Receita: aprenda a fazer uma quiche de alho-poró

Foto: Rozemarijn van Kampen/Pexels

A quiche (e não “o” quiche) surgiu na medieval Alemanha, embora muita gente imagine que seja uma criação francesa. É um prato originário da região que hoje é a Alsácia Lorena, a qual era uma província alemã e se chamava “Lothringen”, que em português significa “Lorena” e em francês “Lorraine”. Depois de muitas batalhas, entre elas a primeira e a segunda guerra mundial, a França retomou a Alsácia Lorena em 1945 e os franceses batizaram a quiche de “Quiche Lorraine”.

O nome originário vem da palavra “kuchen”, que em alemão quer dizer torta. Na antiguidade, era uma torta aberta recheada com creme feito de leite e ovos acrescida de bacon. Mais adiante, foi acrescida de queijo e uma infinidade de recheios. A massa usada para fazer uma quiche é a conhecida patê brisée, que tem como base manteiga e farinha, e fica quebradiça quando pronta. Confira o preparo a seguir!

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Com o que e como fazer

Ingredientes

Massa

  • 1/4 xícara (chá) de farinha de trigo integral
  • 1/4 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de sal
  • 150g de manteiga sem sal cortada em cubos (deverá estar em temperatura refrigerada)
  • 1 ovo
  • 2 a 3 colheres (sopa) de água caso necessário

Recheio:

  • 2 colheres (sopa) de azeite extravirgem
  • 1/2 cebola picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 abobrinha cortada em fatias medias e finas
  • 1 alho-poró picado
  • 1/2 ricota esfarelada
  • 1 xícara (chá) de creme de leite fresco
  • 1 xícara (chá) de leite integral ou semidesnatado
  • 5 ovos
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • Sal a gosto

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Preparo

Para a massa, misture as farinhas com sal. Coloque os cubos de manteiga e, com as pontas dos dedos, misture até formar uma farofa úmida. Adicione o ovo e misture bem até formar uma massa homogênea. Se essa massa estiver esfarelando, adicione um pouco de água até que consiga abri-la sem dificuldade. Utilizando uma forma com fundo removível, forre o fundo e a lateral com a massa.

Para o recheio

Aqueça bem uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola e o alho até murcharem. Quando estiverem murchos, adicione a abobrinha e o alho-poró. Cozinhe rapidamente e reserve. Tempere a ricota com um pouco de azeite e sal e reserve. Em uma travessa, misture o creme de leite, leite e ovos. Tempere tudo com noz- moscada, pimenta-do-reino e sal a gosto. Coloque sobre a massa crua o recheio de abobrinha, alho-poró e tomate seco com a ricota. Pré-aqueça o forno a 180 graus. Em uma forma/assadeira, molde a massa crua, adicione com recheios e coloque a mistura de ovos até cobrir todos os ingredientes. Leve ao forno e asse por aproximadamente 25 minutos ou até que a superfície esteja dourada.

Fala Baco

A Bodega Mosquita Muerta de Mendoza, na Argentina, vem buscando o seu espaço no mundo do vinho. Com rótulos de boa qualidade e bem escalonados no posicionamento de mercado, com uma proposta de marketing jovem e bem trabalhada, cada vez mais ocupa as taças nas mesas sul-americanas e brasileiras. A linha de entrada é a Cordero Con Piel de Lobo e possui os varietais Malbec, Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Rosé. E é o Cordero Con Piel de Lobo Rosé de Malbec 2021 o vinho avaliado de hoje.

Este Rosé traz coloração rosa alaranjado com muito brilho e transparência. Aromas com notas frutadas (morango, cereja, lichia, mamão, pêssego) e também florais (rosas). Em boca é fresco, fácil de beber, boa acidez e com fruta repetida, mineral e com agradável retrogosto.

O vinho Rosé é um coringa na harmonização, entrando nas esferas dedicadas a brancos e tintos sobre o tema. Combina muito bem com brusquetas, camarão, salmão e frutos do mar, polvo à provençal, carnes brancas, massas e queijos moles e culinária oriental.

Possui 12,6% de graduação alcoólica e o ideal é ser servido na temperatura de 10 a 12 graus.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

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Por aí…

O ano de 2021 fechou com um aumento de 83,25% nas exportações de vinhos brasileiros se comparado a 2020. Os 8.132.342 litros, ou seja, 10,8 milhões de garrafas que saíram do Brasil nos 12 meses chegaram a 53 países, com destaque para o Paraguai, Haiti, Rússia, China e Estados Unidos. Se somarmos o volume de vinho, espumante e suco de uva, o total ultrapassa 12.437.524 litros contra 6.586.262 do ano passado.

O desempenho dos espumantes foi mais tímido, mesmo assim positivo, com alta de 21,36%. O maior crescimento percentual foi na categoria de suco de uva com 144,59% de incremento, chegando a 3.369.939 litros. (Fonte: Comextat/MDIC – Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.)

Não há mudança de peso sem mudança de comportamento

Anônimo

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