A Prefeitura de Santa Cruz do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito e da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, mantém equipes mobilizadas desde as 2h45 da madrugada desta segunda-feira, 21, para atendimento às ocorrências provocadas pelas condições meteorológicas que atingiram o município.
Até as 14 horas, o balanço operacional contabilizava sete imóveis vistoriados em diferentes pontos das áreas urbana e rural. As equipes permaneceram em campo após esse horário, dando continuidade às vistorias, ao monitoramento do Rio Pardinho e à avaliação de áreas que exigem acompanhamento preventivo.
Os trabalhos envolveram vistorias técnicas em residências, levantamento de danos em coberturas, entrega emergencial de lonas para proteção provisória e identificação da necessidade de telhas, cumeeiras e outros materiais.
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Em algumas ocorrências, foram programadas avaliações complementares, inclusive com uso de drone, para verificar com maior precisão as condições dos telhados e das edificações.
Também foram realizadas inspeções em pontos com sinais de instabilidade e movimentação de solo próximos a moradias, mantendo-se o acompanhamento preventivo em razão da elevada umidade e da saturação do terreno.
Na tarde desta segunda-feira, o Rio Pardinho atingiu 7,50 metros, superando a referência de 7,30 metros utilizada como cota de inundação. Diante da elevação, a Defesa Civil intensificou o monitoramento das áreas ribeirinhas e dos pontos historicamente suscetíveis a alagamentos, com atenção especial para as regiões de Navegantes e Várzea.
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Conforme o secretário de Segurança e Trânsito e coordenador da Defesa Civil Municipal, Reginaldo Martins, a expectativa é de que o nível da água do Rio Pardinho se mantenha no patamar atual e comece a baixar nas próximas horas. “Não estamos prevendo interrupções nas vias nem que casas sejam atingidas. A princípio, a situação está dentro da normalidade para o volume de chuva registrado”, analisou. No Corredor Morsch, o nível da água também se estabilizou e, até o momento, não houve necessidade de desalojar famílias.
O acompanhamento permanece contínuo, inclusive porque a resposta do rio pode ocorrer de forma retardada em relação à chuva registrada na cidade, devido à contribuição de água proveniente da parte alta da bacia.
A Defesa Civil segue mobilizada no atendimento às famílias, nas vistorias de imóveis e coberturas, na entrega de materiais emergenciais, no levantamento de necessidades, na avaliação de áreas de risco e no acompanhamento das condições meteorológicas e hidrológicas. Os números são parciais e poderão ser atualizados conforme o avanço dos trabalhos.
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Moradores de áreas suscetíveis devem permanecer atentos às orientações oficiais e evitar aproximação de cursos d’água, áreas alagadas, encostas instáveis, árvores e estruturas danificadas.
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