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direto da redação

O início da propaganda eleitoral

Este final de semana marca um momento crucial no cenário democrático brasileiro, tendo em vista as eleições para presidente da República, governadores dos estados, deputados estaduais e federais e senadores. Em outros termos, para uma próxima gestão nas funções administrativas e legislativas nos estados e em âmbito de País. A partir deste domingo, dia 16 de agosto, passa a ser permitida a propaganda eleitoral. Em rádio e TV, o começo efetivo dela se dará em 28 de agosto. Isso será permitido até o dia 3 de outubro, véspera do primeiro turno. Ou seja, neste domingo efetivamente se inicia o período no qual os candidatos buscarão sensibilizar os eleitores para as suas propostas e acerca de suas prioridades, a fim de assegurar os votos no pleito marcado para o dia 4 de outubro.

Sobre a programação e o planejamento envolvendo as eleições, o jornalista Marcio Souza traz nesta edição todas as informações, em especial as que envolvem o cenário regional, com os candidatos confirmados na disputa. Ao longo das semanas, uma série de conteúdos especiais será veiculada, sendo que durante esta semana Souza já realizou diversas entrevistas presenciais com os candidatos ao governo do Estado, em Porto Alegre. Essas conversas resultarão em reportagens exclusivas, que serão compartilhadas tanto pelas páginas da Gazeta do Sul quanto pelo Portal Gaz e Rádio Gazeta FM 107,9.

Em outra área, não menos relevante no que tange ao contexto social, entrevista exclusiva inserida nesta edição, nas páginas 16 a 18, analisa a importância da China como parceira comercial e de investimentos na atualidade. Quem avalia o contexto é o empresário e consultor Ricardo Geromel, um dos principais especialistas sobre o gigante asiático em realidade brasileira. Ele acaba de lançar mais um livro, O novo poder da China, no qual detalha o impressionante avanço chinês em setores essenciais, como energia, saúde, inteligência artificial e agronegócio. Nesse segmento, em particular, insere-se a cadeia produtiva e industrial do tabaco, que tem no país asiático um grande importador e um de seus maiores mercados.

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Como Ricardo Geromel salienta, diante da presença atual da China tanto no Brasil quanto em praticamente todas as demais nações, cabe a lideranças públicas e privadas agilizarem a busca de informações realistas para o estabelecimento de laços proveitosos, para ambos os lados, e duradouros. Afinal, a presença de produtos e de marcas chinesas no comércio e nos serviços já é ampla e, ao que tudo indica, irreversível. Assim, uma vez que as relações com a região, por conta do tabaco, foram estabelecidas há décadas, talvez seja o momento de intensificá-las, de maneira a se beneficiar inclusive de uma riquíssima cultura milenar.

Em sua atuação, Geromel com frequência tem liderado comitivas de empresários e lideranças de todas as regiões do Brasil, que vão à China para conhecer potenciais fornecedores ou clientelas. É importante que, cada vez mais, também em Santa Cruz do Sul, na região e no Estado esse esforço seja empreendido, ainda mais em uma situação, a pós-enchente de 2024, que requer tantas ações urgentes e que pavimentem bom caminho para o futuro.

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