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OPINIÃO

William Thiel: “O desafio para o Internacional é grande, mas não impossível”

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

O Internacional aposta na mudança de ambiente, de filosofia e na injeção de ânimo que a chegada de um novo técnico pode proporcionar. O desafio é grande, mas não impossível. O Colorado precisa buscar cinco vitórias em dez jogos para se manter na Série A.

Gosto do trabalho de Luís Zubeldía, mas o tempo de contrato pode ser um empecilho. O que o Colorado não deve fazer é apostar em nomes da aldeia que nem sequer estão inseridos em um mercado competitivo. Cito Lisca, Dunga e Argel Fuchs, por exemplo. Não consigo imaginar que algum deles tenha condições de salvar o Inter, especialmente pelo momento da carreira de treinador que atravessam.

Pezzolano

O cenário colorado parece irreversível, mas uma coisa era certa: com Pezzolano, nada mudaria. O uruguaio não deixa saudades e, nos últimos jogos, abusou de estratégias equivocadas. A verdade é que o técnico já deveria ter caído após o Gre-Nal ou na derrota vexatória em casa para o Santos. Era questão de tempo. Perdeu o Gauchão, deixa o time no Z-4 e ainda caiu fora da Copa do Brasil diante do maior rival. Um dos piores técnicos da história recente do Inter. Está no mesmo barco de Miguel Ramírez e Cacique Medina.

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Melhor do Brasil

O melhor arqueiro do País joga em Porto Alegre: Weverton. Não lembro de ter visto, na Arena, um goleiro fazer tantas defesas em um único jogo como ele diante do Palmeiras. Pode colocar o ponto do empate na conta do goleiro. O jogo do Tricolor não foi bom, e o resultado acabou sendo lucro. Renato tem tempo para trabalhar durante a Data Fifa e uma obrigação: conquistar a primeira vitória fora de casa. O Tricolor enfrenta o Remo, no Pará, e entendo que chegou a hora de vencer longe de seus domínios.

Galo

O Santa Cruz recebe a Apafut nesta quarta-feira, 23, e pode confirmar a classificação com uma vitória em casa. A boa notícia é que o departamento médico começa a esvaziar, ampliando o leque de opções para Carlos Moraes. Reforço que o mais importante é chegar ao mata-mata da Divisão de Acesso. Depois, começa outro campeonato.

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