GILBERTO JASPER
Caráter é forjado dentro de casa
Talvez nem todos sintam vergonha dos crimes cometidos pelos familiares porque muitos se fazem de “vítimas das circunstâncias”
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Talvez nem todos sintam vergonha dos crimes cometidos pelos familiares porque muitos se fazem de “vítimas das circunstâncias”
Acompanhar o noticiário constitui-se em exercício de sadismo. É, em palavras mais simples, gostar de sofrer, diante de tantas atrocidades cometidas por autoridades dos três poderes que deveriam servir de exemplo
Parecia impossível, mas o homem mais poderoso do Brasil, quiçá da América Latina, foi fulminado pelo maior pecado que um ser humano pode cometer: a soberba
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A Justiça Eleitoral é incapaz de combater com eficiência e velocidade as falsificações que lotam nossos celulares
A agressividade do noticiário fortalece a opinião de muita gente que defende a ideia de que ‘a ignorância é uma dádiva’.
Ter a liberdade para falar sem freios, rodeado de amigos de uma vida toda, não tem preço
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Povo educado não precisa de dispositivos coercitivos. Necessita de consciência coletiva
A estrada que leva às praias provoca em mim um instantâneo sentimento de nostalgia. Por muitos anos, este calejado cronista desafiou os perigos rodoviários ao deslocar sem gastar dinheiro com passagens de ônibus
A reverência aos mestres foi resultado da educação que recebi em casa, marcada pela rigidez
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Vejo com alegria o modismo de colecionar figurinhas e preencher o álbum, embora o hábito se intensifique apenas na Copa do Mundo
Para muita gente que compartilha do meu temperamento, abrir espaço para o ócio é sinônimo de preguiça, desleixo ou negligência
A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul não foi capaz de sensibilizar segmentos importantes na busca de soluções preventivas
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Como sexagenário assumido (e orgulhoso!), confesso um certo sentimento de confusão diante desses conceitos
Sou assumidamente um dinossauro analógico que emprega a tecnologia para conseguir cumprir tarefas básicas no celular e no computador
A proximidade do Natal, Ano Novo e das férias fortaleceu a ideia de que, via de regra, a vida “normal” só se inicia a partir de março
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