Operação Feudalismo 28/06/2019 09h30 Atualizado às 09h51

Justiça decide manter prisão preventiva de Paulinho Lersch

Advogados de defesa do vereador afastado haviam pedido a revogação

A Justiça negou o pedido para libertar o vereador afastado de Santa Cruz, Paulo Lersch, que está preso preventivamente desde 5 de junho. Lersch foi alvo da Operação Feudalismo, do Ministério Público, que apontou a existência de um esquema criminoso de captação de parte dos salários de servidores da Câmara.

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Os advogados atuando na defesa do vereador afastado haviam pedido a revogação da prisão preventiva em primeira instância. Entre os motivos alegados por eles para o pedido estão os fatos de que o réu é primário e possui endereço residencial e emprego fixo. 

A decisão da juíza Luciane Inês Morsch Glesse determina que a prisão preventiva foi decretada para garantir a ordem pública, de acordo com fortes indícios de provas. Como a defesa não informou a ocorrência de novos fatos que pudesse alterar estas circunstâncias, a juíza decide manter a prisão preventiva. 

O Tribunal de Justiça já havia negado um pedido de liminar para tirar Paulo Lersch da prisão no dia 12 deste mês. A decisão foi tomada pelo desembargador Newton Brasil de Leão, da 4ª Câmara Criminal do TJ. O mérito do habead corpus ainda não foi julgado pelo Tribunal de Justiça.