Operação do MP 10/06/2019 18h55 Atualizado às 06h41

Sessão da Câmara tem manifestações contra Paulo Lersch

Ele foi preso na quarta-feira da semana passada, suspeito de ser mentor de um esquema que cobrava parte dos salários de servidores

Cinco dias após a prisão do vereador Paulo Lersch (PT), a sessão da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul desta segunda-feira, 10, foi marcada por protestos silenciosos. Cartazes foram colocados nas arquibancadas, chamando atenção para a Operação Feudalismo, elogiando a atuação do promotor Érico Fernando Barin e criticando o PT - em referência ao caso de Lersch.

LEIA MAIS: VÍDEO: vereador é preso durante operação do Ministério Público

A prisão do político, que já foi afastado do PT, ocorreu durante operação desencadeada pelo MInistério Público na semana passada. Paulinho e um assessor foram afastados da Câmara. O MP apurou que os dois, além da mãe de Lersch, faziam parte de um esquema criminoso que exigia a maior parte dos salários de servidores indicados pelo político. 

LEIA MAIS: MP revela conversas obtidas por escutas telefônicas de vereador

No fim da tarde de sexta-feira, 7, a presidente do Legislativo, Bruna Molz, recebeu a denúncia contra Paulo. O tema deve ser discutido pelos vereadores na sessão da segunda-feira que vem, dia 17. Alberto Heck (PT) assumiu, nesta segunda, o lugar de Paulo Lersch na Câmara. 

Foto: Ronaldo Falkenback/Rádio GazetaVereador Alberto Heck assumiu o lugar de Paulo Lersch na Câmara
Vereador Alberto Heck assumiu o lugar de Paulo Lersch na Câmara
Foto: Ronaldo Falkenback/Rádio Gazeta
Foto: Ronaldo Falkenback/Rádio Gazeta
Foto: Ronaldo Falkenback/Rádio Gazeta